Espécie - 1 Conceito multidimensional de espécie 2 Evolução do conceito de Espécie 3 Conceitos de espécie 3.1 Espécies tipológicas 3.2 Espécies biológicas 3.3 Espécies evolutivas 3.4 Espécies filogenéticas (cladísticas) 3.5 Espécies de genealogia 3.6 Espécies de coesão 3.7 Espécies ecológicas 3.8 Espécies de reconhecimento 3.9 Espécies fenéticas 4 Formação de híbridos


A estrutura hierárquica da classificação científica usada em biologia.
Espécie (do latim: species, "tipo" ou "aparência"; abreviado: "spec." ou "sp." singular, ou "spp." plural), é um conceito fundamental da Biologia que designa a unidade básica do sistema taxonómico utilizado na classificação científica dos seres vivos. Embora existam múltiplas definições, nenhuma delas consensual1 , o conceito estrutura-se em torno da constituição de agrupamentos de indivíduos (os espécimes) com profundas semelhanças estruturais e funcionais recíprocas, resultantes da partilha de um cariótipo idêntico, expresso numa estrutura cromossómica das células diplóides similar, que lhes confere acentuada uniformidade bioquímica e a capacidade de reprodução entre si, originando descendentes férteis e com o mesmo quadro geral de caracteres2 , num processo que, quando envolva um organismo sexuado, deve permitir descendentes férteis de ambos os sexos.3 Apesar de terem sido propostas múltiplas definições mais precisas, a dificuldade em encontrar uma definição universal para o conceito levou ao aparecimento do chamado problema da espécie1 4 e à adopção de formulações flexíveis utilizadas de forma pragmática em função das especificidades do grupo biológico a que o conceito é aplicado.

Índice

1 Conceito multidimensional de espécie
2 Evolução do conceito de Espécie
3 Conceitos de espécie
3.1 Espécies tipológicas
3.2 Espécies biológicas
3.3 Espécies evolutivas
3.4 Espécies filogenéticas (cladísticas)
3.5 Espécies de genealogia
3.6 Espécies de coesão
3.7 Espécies ecológicas
3.8 Espécies de reconhecimento
3.9 Espécies fenéticas
4 Formação de híbridos


Conceito multidimensional de espécie

O conceito de espécie mais comum é o conceito biológico de espécie proposto por Theodosius Dobzhansky e Ernst Mayr que se traduz por: Espécies são grupos de populações naturais que estão ou têm o potencial de estar se intercruzando, e que estão reprodutivamente isolados de outros grupos. Daí resulta que a espécie será o conjunto de indivíduos que partilham o mesmo fundo génico, morfologicamente semelhantes e capazes de se cruzarem entre si em condições naturais, estando isoladas reprodutivamente de outros grupos semelhantes, com os quais, quando se cruzam, não originam indivíduos férteis.3 5

Do ponto de vista estritamente sistemático ou da taxonomia, é a hierarquia compreendida entre o género (ou o subgénero, se existir) e a variedade (ou, seja caso, a subespécie), correspondendo a cada um dos grupos em que se dividem os géneros, formando agrupamentos compostos por indivíduos que, para além dos caracteres genéticos, têm em comum outros caracteres pelos quais se assemelham entre si e se distinguem das demais espécies. Aplicando este conceito, indivíduos de espécies diferentes não se cruzam por falta de condições anatómicas ou por desinteresse sexual. Quando se cruzam, ou não geram descendentes, porque os seus cromossomas não formam pares, ou, quando os geram, produzem híbridos estéreis.

Existem catalogadas 1.750.000 (arredondando) espécies, mas estima-se que na Terra já tenham existido mais de 1.000.000.000 de espécies.

Evolução do conceito de Espécie

O conceito de espécie desde que foi criado vem sendo alterado sempre que se melhoram os conhecimentos e surge alguma inconsistência em relação ao conceito anterior.6

O primeiro conceito dizia que espécie é o conjunto de indivíduos semelhantes. No entanto este conceito caiu, pois verificava-se que existiam muitas espécies em que os indivíduos eram semelhantes mas não pertenciam à mesma espécie (Ex.: gorila e orangotango; burro e cavalo; chimpanzé e bonobo, etc.).

Foi então acrescentado à definição de espécie, que para além ser o conjunto de indivíduos semelhantes, eles se conseguiam cruzar (reproduzir) entre si. Mas mais uma vez esta definição acabou por ser considerada insuficiente quando se verificava que indivíduos de algumas espécies diferentes se conseguiam cruzar entre si dando origem a descendentes (Ex.: burro e cavalo → mula/macho; tigre e leão → Ligre/Tigreão7 , etc.).

Acrescentou-se então que para além ser o conjunto de indivíduos semelhantes que se cruzam (reproduzem) entre si, têm que dar origem a descendentes férteis. Mas de novo apareceram algumas excepções a esta definição, pois algumas espécies diferentes, não só se cruzavam como davam origem a descendentes férteis (tigre e leão → Ligre/Tigreão) embora machos sejam estéreis as fêmeas são férteis; urso polar e urso pardo dão origem a descendentes férteis, etc.).

Ora bem, apesar de algumas espécies diferentes se poderem cruzar entre si e darem origem a descendentes férteis, não vivem naturalmente na mesma região geográfica e por isso nunca se encontrariam em condições naturais, logo esta premissa foi acrescentada à definição de espécie, chegando-se à seguinte definição: Espécie é o grupo de indivíduos semelhantes que se cruzam (reproduzem) entre si, dando origem a descendentes férteis e vivem na mesma região geográfica.8

No entanto existem algumas espécies, embora poucas, que não respeitam esta última premissa pois são cosmopolitas, como por exemplo o ser humano (embora em grande parte das regiões geográficas em que vive o faça graças a adaptações artificiais), o pardal ou o rato.

No que se refere à botânica, o conceito de espécie encontra-se grandemente desafiado pois não somente muitas espécies da família Orchidaceae coexistem na mesma região, e são capazes de cruzar naturalmente ajudadas pelas actividades dos insectos polinizadores, como também acontece com espécies pertencentes até mesmo a géneros diferentes de uma mesma subtribo.

Conceitos de espécie


No século XIX, o naturalista britânico Charles Darwin provocou um debate sobre o conceito de espécie.
A questão de como melhor definir "espécie" tem ocupado os biólogos por séculos, e o próprio debate tornou-se conhecido como o problema das espécies. Darwin escreveu no capítulo II do A Origem das Espécies:

Nenhuma definição satisfaz a todos os naturalistas, todavia cada naturalista sabe vagamente o que ele quer dizer quando fala de uma espécie. Geralmente, o termo inclui o elemento desconhecido de um ato de criação distinto.9
Mas depois, em seu livro A Descendência do Homem e Seleção em Relação ao Sexo, ao abordar "A questão de saber se a humanidade é constituída de uma ou várias espécies", Darwin revisou sua opinião a dizer:

é um esforço inútil decidir esse ponto em fundamentos sólidos, até que uma definição do termo "espécie" seja geralmente aceita; e a definição não deve incluir um elemento que não possa ser determinado, como um ato de criação.10
A moderna teoria da evolução depende de uma redefinição fundamental de "espécie". Antes de Darwin, os naturalistas viam espécies como tipos ideais ou geral, que podia ser exemplificado por um espécime ideal tendo todas as características gerais da espécie. As teorias de Darwin deslocaram a atenção da uniformidade para a variação e do geral para o particular.

Em termos práticos, os biólogos definem espécies como populações de organismos que possuem um nível elevado de semelhança genética. Isto pode reflectir uma adaptação ao mesmo nicho, bem como a transferência de material genético de um indivíduo para outro, através de uma variedade de meios possíveis. O nível exato de similaridade usado ​​em tal definição é arbitrário, mas esta é a definição usada mais comum para organismos que se reproduzem assexuadamente (reprodução assexuada), como algumas plantas e microorganismos.



Espécies tipológicas

Um grupo de organismos em que os indivíduos são membros da espécie se suficientemente em conformidade com certas propriedades fixas ou "direitos de passagem". Os clusters de variações ou fenótipos dentro dos espécimes (ou seja, caudas mais longas ou mais curtas) iria diferenciar as espécies. Este método foi usado como um método "clássico" para determinar as espécies, como em Linnaeus e outros taxonomistas11 no início da teoria da evolução. No entanto, agora sabemos que diferentes fenótipos nem sempre constituem espécies diferentes (por exemplo: a Drosophila com quatro asas nascida de uma mãe com duas asas não é uma espécie diferente). Espécies nomeadas desta forma são chamadas de morfoespécies.12

Espécies biológicas

O conceito biológico de espécie define as espécies em termos de intercruzamento. Este conceito foi fortemente apoiado pelos fundadores da moderna síntese como Mayr, Dobzhansky e Huxley.13 14 Mayr o define como: espécies são grupos de populações naturais realmente ou potencialmente intercruzantes que são reprodutivamente isoladas de outros grupos tais como este.11 15

Espécies evolutivas

Uma única linhagem evolutiva de organismos em que genes podem ser compartilhados, e que mantém a sua integridade em relação a outras linhagens no tempo e espaço.11 Em algum ponto na evolução de um grupo, alguns membros podem divergir da população principal e evoluir para uma subespécie, um processo que pode levar à formação de uma nova espécie se o isolamento (geográfico ou ecológico) é mantido. Uma espécie que dá origem a outra espécie é uma espécie parafilética, ou paraespecie.16

Espécies filogenéticas (cladísticas)

Um grupo de organismos que compartilham um ancestral;17 uma linhagem que mantém a sua integridade com respeito a outras linhagens através de tanto tempo quanto espaço. Em algum ponto no progresso de um grupo, os membros podem divergir um do outro: quando tal divergência torna-se suficientemente clara, as duas populações são consideradas espécies distintas. Isso é diferente de espécies evolutivas em que a espécie mãe se extingue taxonomicamente quando uma nova espécie evoluí, as populações mãe e filha se formando agora duas novas espécies.18 Uma espécie filogenético é um cluster (basal) irredutível de organismos que é diagnosticavelmente distinto a partir de outros tais clusters, e dentro do qual existe um padrão parental de ancestralidade e descendência.11

Espécies de genealogia

Espécies são grupos de organismos "exclusivos", onde um grupo exclusivo é aquele cujos membros são todos mais estreitamente relacionados entre si do que para qualquer organismo fora do grupo.11 Ou seja, que as espécies devem ser definidas quando um consenso entre genealogias de genes múltiplos indica recíproca monofilia. Os críticos argumentam que essa idéia tem muitos problemas em comum com outros conceitos de monofilia das espécies.19

Espécies de coesão

População de indivíduos mais inclusiva que possuem o potencial para a coesão fenotípica através de mecanismos de coesão intrínsecas.20 Este conceito foi proposto por Alan R. Templeton e combina um número de conceitos de espécies competitivos. Funde idéias sobre os conceitos de espécies ecológicos, genealógicos e de reconhecimento.19 Esta é uma expansão do conceito de espécies de reconhecimento de acasalandos por permitir mecanismos de isolamento pós acasalamento; não importa se as populações podem hibridizar com êxito, elas ainda são espécies de coesão distintas se a quantidade de hibridação é insuficiente para misturar completamente seus pools de genes respectivos.

Espécies ecológicas

As espécies são definidas por seus nichos ecológicos. Ou seja, um conjunto de organismos adaptados a um conjunto particular de recursos, chamado um nicho, no meio ambiente. De acordo com este conceito, as populações formam os clusters fenéticos discretos que reconhecemos como espécies porque os processos ecológicos e evolutivos que controlam como os recursos são divididos tendem a produzir esses clusters. 13

Espécies de reconhecimento

Uma espécie é a população mais abrangente de cada um dos organismos biparentais que compartilham um sistema de fertilização comum.11 Com base na partilha de sistemas reprodutivos, incluindo o comportamento de acasalamento. O conceito de Reconhecimento de espécies, foi introduzido por Hugh EH Paterson,20 depois de um trabalho anterior por Wilhelm Petersen. O evento crucial para a origem de uma nova espécie, de acordo com Paterson, é a evolução de um novo sistema de reconhecimento de acasalandos.13

Espécies fenéticas

O conceito de espécie fenética aplica a classificação fenética à categoria das espécies.13 Ou seja, é uma classificação baseada em fenótipos no qual uma espécie é um conjunto de organismos que se assemelham um com o outro e que são distintos de outros conjuntos.13 Nem sempre a classificação fenética concorda com a filogenética. Por exemplo, no caso dos animais vaca, peixe pulmonado e salmão, pela classificação fenética, os peixes estão mais próximos entre si, ao passo que na classificação filogenética, a vaca e o peixe pulmonado estão mais próximos entre si.21

Formação de híbridos


Um ligre é um híbrido originado do cruzamento de um leão com uma tigresa.
Criadores e sitiantes sabem que a mula (exemplar fêmea) e o mú ou macho (exemplar macho) são híbridos estéreis que apresentam grande força e resistência. São o produto do acasalamento do burro (Equus asinus) (2n = 62 cromossomas) com a égua (Equus cabalus)(2n = 64 cromossomas). As mulas têm 2n = 63 cromossomas,22 porque são resultantes da união de espermatozóide com n = 31 cromossomas e óvulo com n = 32 cromossomas.

Considerando os eventos da meiose I para a produção de gametas, o mú e a mula são estéreis. Os cromossomas são de duas espécies diferentes e, portanto, não ocorre pareamento dos chamados cromossomos homólogos, impossibilitando a meiose e a gametogénese.

Por conseguinte não existe a espécie "mula" porque mús (machos) e mulas são estéreis e não se reproduzem: por não se reproduzirem não se enquadram na definição de espécie.

Outro exemplo de indivíduos originados pelo cruzamento entre espécies diferentes é o ligre, cujos machos são estéreis mas as fêmeas são férteis, produzido pelo cruzamento entre um leão e uma tigresa.23

Nenhum comentário:

Postar um comentário





Palavras mais buscadas no site:

Trabalhos Escolares Trabalho Escolar Biologia Português Matéria Português Rede Social Dicas de Português História Língua Portuguesa ZOOLOGIA Facebook Memes Trolls Geografia Memes Zuando muito no face Trollando Memes para facebook Escrevendo em redes sociais Dúvidas de Português Educação Física Concursos Públicos Gramática Esportes Concursos Dicas de Concursos Públicos Biografia Química O que é a língua portuguesa Física Questões para Concursos Geologia Informática Questões Enfermagem Geofísica Enem Cartaz Cartazes Manifestações TI Tecnologia Blocos Econômicos e Organizações Internacionais Arte Artes GENÉTICA Sociologia PROUNI SISU Concordância Biografias Dicas Diversos ECOLOGIA Faculdade Universidade Vestibular Matemática Simulado Atualidades Civilizações Protesto CAFTA Seu Trabalho Ortografia QUESTÕES DE Português com Gabarito Literatura Crase Computadores analógicos Curiosidades Esqui Aquático Gramática. História da computação História do hardware Redação Índio EVOLUÇÃO QUESTÕES de Matemática com Gabarito Indígena Resumo Uso da Crase - quando há (ou não) crase Geometria Analítica Livro Plural RACIOCÍNIO LÓGICO Artigos 196 a 200 da Constituição Federal Grafia Hífen Lei n° 8.142 Lei nº 8.080 Organização e Funcionamento do SUS QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO Com Gabarito Sistema Único de Saúde Autores Geometria Homônimos Parônimos Tecnologia da Informação Uso da vírgula Construções Geométricas Educação Resumos Vírgula Anita Garibaldi Equação da reta Questão de Concurso Reciclagem Sinônimos Verbos Vocativo Aleijadinho Aluísio Azevedo Aposto Avaliação Carta Comunidade Andina Dicionário Emprego Energia Estudar Fast Estudo Analítico do Ponto Estudo da Reta Exercícios Fernando Pessoa Formas variadas de linguagem Futebol Gauchês Ginástica História da Idade Média Idade Média Identidade Imagens para Facebook Inclinação da reta Lei Lei federal Nitrogênio Ortográfico Pedagogia Polo aquático Precisão e adequação vocabular Pronomes Psicologia Publicidade Reforma ortográfica Saúde Significados Tênis de Mesa Uso de por que Verbo Vocabulário por quê porque e porquê Ângulo de inclinação da reta 99 : Salário baixo e injustiça A Estrutura Curricular da Disciplina De Educação Física A Grande Influência da Lua em Nossas Vidas. A guerra civil gaúcha A participação do México no Nafta ACENTUAÇÃO ACENTUAÇÃO GRÁFICA ANARQUIA ASEAN Abandono Acentos Adolf Hitler Advérbios Afonso Pena AlCA x ALBA Alca Alfabeto Alfred Wegener Anatomia comparada Apec Apostila Apostila Concurso Professor Apostila PEB ll Arte Barroca Arte Rupestre Artesanato Arthur Aguiar Artigos Assíria Asteca Astrolábio Atletismo Até onde a Lua influencia a nossa vida? Automação Babilônia Badminton Balonismo Barack Obama Barão de Mauá Barão do Rio Branco Basquetebol Beisebol Benito Mussolini Benjamin Constant Bilhete Biodiversidade Biogeografia Biologia molecular Boxe Brasil - Eleições 2006 CEI – Comunidade dos Estados Independentes CLIMA Cabo de Guerra Caminhada Cana-de-açúcar Capoeira Caratê Caricom Carlos Chagas Carlos Drummond de Andrade Carta Argumentativa Carta comercial Carta de Reclamação Carta de informação Carta de solicitação Carta do leitor Cartaginês Cartão-postal Carvão mineral Casal Castro Alves Celta Charles Chaplin Chico Buarque de Holanda Chinesa - Civilizações Ciclismo Circunferência Clarice Lispector Classificação dos blocos econômicos Claude Debussy Comemoração em outros Países Comparativo entre C e java Comunidade Britânica Comunidade Sul-Americana de Nações Conceito Conceitos Concretismo Consciência Convite Copa 2014 Coreia do Norte e a Coreia do Sul Corrida Crise na Tunísia Cruzadas Crítica DEFENSIVOS AGRÍCOLAS DENSIDADE DESENHO DESMATAMENTO DESTAQUES NO MUNDO DOMESTICAÇÃO Dança Data Comemorativa Data Mining Data Warehouse Decreto nº 7.508 Descrição Desflorestamento Desrespeito com o professor Dia das Mães Dia do Descobrimento do Brasil - 22 de Abril Dicionário Web Direito Administrativo Dom Pedro I Duque de Caxias E-mail ESPÉCIES EM EXTINÇÃO EXPRESSIONISMO Educação no Brasil Educação nota 10 Egípcia Eleição de Dilma Rousseff Energia Solar Enunciação e contexto Escalada Escultura Esgrima Esporte Estrangeirismo Estrangeirismos Estudar é para os fortes Estudo da Circunferência Euclides Evolução da Tecnologia da Informação Exemplos de Textos do Cotidiano Expedições medievais realizadas em nome de Deus FIES FOTOSSÍNTESE Falsos Sinônimos Falta de Vagas Fauna Fenícia Feriados Feudalismo Figuras de estilo Filogenia Filogeografia Filosofia Fisiologia Flora Fly Fishing Formação de blocos econômicos Força de Floriano Fracasso da Alca Francesa Frases em imagens Frescobol Futebol americano Futurismo Fórmula 1 G 20 Financeiro GEO1M1 GEO2M2 Geometria Euclidiana Germânica Geógrafo Geólogo Ginástica Artística Ginástica de trampolim Globalização Glossário Web Golfe Golfo Pérsico Gonçalves Dias Governo x Educação Graciliano Ramos Grafite Grega Grego Grigori Perelman Guerra Guerra Civil Americana Guerra de Secessão Guia Prático Gêneros textuais argumentativos Gêneros textuais do cotidiano Gêneros textuais do universo jornalístico HISTiatÓRIA DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA DA ARTE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃ Heitor Villa-Lobos Hidroginástica História do Futebol História em quadrinhos Homero Homo sapiens Homônimas e Parônimas Hóquei IMPRESSIONISMO Idade Antiga Idade Contemporânea Idade Moderna Importância da mulher na sociedade Inca Indiana Indigena Individualismo Industrialização da China Industrialização e Urbanização Indígena no Brasil Indígenas Inglesa Inglês Ingresso Tardio Inscrições Integração da Venezuela ao Mercosul James Watt Japonesa Jet Ski Jiu Jitsu Jogo de Queimada Jogos Olímpicos Pequim 2008 John Fitzgerald Kennedy José de Alencar Judô Karl Marx Kung-Fu Lima Barreto Linguagem e comunicação Localização do Golfo Pérsico Luiz Gonzaga MEIO AMBIENTE MIGRAÇÕES ANIMAIS MMA Mixed Martial Arts Madeira Mahatma Gandhi Maia Mamíferos Manguezal Medicina Memórias de Computadores Mercosul Mercosul: Países Integrantes Mercúrio (planeta) Mergulho Mesóclise Minas Gerais Missão Científica Espacial Brasileira Mix Útil Modelos de Processadores Modismos Monarquia Monteiro Lobato Moralismo Morfologia Mundo Summary Musculação Médicos Nado Sincronizado Natação Neologismo Neologismos O milênio da mulher O que é Educação Física? OEA OLAP OMC ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SUS - LEI 8080/90 E 8142/90 ORIGAMI Op-art Opep Opinião Os livros são um oceano infinito de conhecimento PEB ll POLUIÇÃO Paleontologia Parkour Pedro Bandeira Pedro Álvares Cabral Pensamentos Persa Perímetros Pesquisa Pessoa Piaget Pintura Placa tectônica Planejamento e Gerência de Projeto de Software Planície Pleonasmo Pontuação Pop Art Portugal Povos indígenas Presidentes da República do Brasil Primavera Árabe Princesa Isabel Professor Professor trollando aluno que não estuda Pronomes átonos Prosa Naturalista Prova Pré-História Próclise QUALIDADE DE VIDA QUESTÕES DE Português Acentuação Com Gabarito QUESTÕES DE Português Crase com Gabarito Questão do Mensalão Questões de Português Ortografia com Gabarito R$9 RENASCIMENTO RESPONSABILIDADE SOCIAL ROCOCÓ Racismo Ranking Mundial de Educação Rapa-Nui Rebelião Popular Rede municipal de saúde Redundância Relacionamento Remo Repetência Reservas indígenas no Brasil Respeite o Professor Respostas Resumo de Livro Revolta da Armada Revolta da Vacina Revolta na Líbia Revolta no Egito Revolução Federalista Revolução Francesa Robô Romana Romero Britto Russa SADC Saltos Ornamentais Semânticas Seriados Sintaxe Sismo Sistema Operacional Sistemática Skate Squash Subjuntivo Suméria Surfe Tabelas Cruzadas e DrillDown Taekwondo Teatro Terremoto Texto instrucional (injuntivo) The Vampire Diaries Tigres Asiáticos Tipos de Frase Triathlon Turca Turfe Tênis Unasul União Europeia União Européia Urbanização da China Urânio Uso do Hífen (Novo Acordo Ortográfico) Verbo Auxiliar Verbos Abundantes Verbos Anômalos Verbos Defectivos Verbos Regulares e Irregulares Verbos Transitivos Verbos de Ligação Verdades e mentiras sobre o conflito das Coreias Vida de professo Viking Voleibol Voleibol de Praia Volumes Water Bike Xadrez Xenofobia Xilogravura Zuando na escola 2013 dúvida léxico regionalismo saúde no Brasil tempo verbal toma dicionário na cara variante linguística Árabe - Civilizações Áreas Ângulos Ênclise