PEIXES - Características - Habitat - Classificação sistemática - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.



PEIXE

Com mais de trinta mil espécies conhecidas, entre as quais há amplo predomínio das marinhas sobre as de água doce, os peixes foram os primeiros vertebrados a surgir no curso da evolução da vida na Terra.
Peixe é o nome com que se designam os animais vertebrados adaptados à vida aquática, com esqueleto ósseo ou cartilaginoso e temperatura variável segundo as oscilações térmicas do ambiente.


Características gerais. Os peixes têm o corpo coberto de escamas ou de couro e são dotados de nadadeiras de diferentes formatos e localizações, por meio das quais se deslocam na água. Tanto no caso das espécies marinhas quanto no das de água doce, o corpo dos peixes é na maioria das vezes fusiforme, pois essa é a forma que opõe menor resistência ao deslocamento na água. Existe, no entanto, uma grande variedade de outras formas, desde as alongadas e com aspecto de serpente, como é o caso das enguias, moréias etc., até as achatadas, como as arraias, além das completamente atípicas, como a dos hipocampos, ou cavalos-marinhos.
As nadadeiras são expansões membranosas sustentadas por um suporte ósseo ou cartilaginoso e algumas delas estão relacionadas com o esqueleto. Podem ser ímpares (dorsal, anal e caudal) ou pares (peitorais, e ventrais, estas também chamadas pélvicas). A caudal impulsiona o peixe, a anal e a dorsal são utilizadas como elementos estabilizadores, enquanto que as pares -- que correspondem aos quatro membros dos outros vertebrados -- funcionam como lemes.
O corpo dos peixes é recoberto por um tegumento dotado de glândulas que secretam muco, o que os torna escorregadios e lhes facilita a locomoção, de vez que assim fica menor a resistência oposta pela água. Algumas espécies, como a das arraias, têm também glândulas venenosas. A derme apresenta formações características denominadas escamas, constituídas de materiais córneos que protegem o tegumento. As escamas placóides, dos peixes de esqueleto cartilaginoso, compõem-se de uma camada óssea e dentina, enquanto que as da maioria dos peixes mais comuns são constituídas de uma dupla camada óssea.
O esqueleto é formado principalmente pelos ossos do crânio e pela coluna vertebral. No caso dos condrictes (tubarões, arraias), é cartilaginoso. teleósteos -- que constituem a grande maioria das espécies -- têm esqueleto ósseo, originado pelo depósito de sais de fósforo e de cálcio, além de substâncias protéicas. A maior parte da massa muscular dos peixes é formada pelos músculos somáticos, sobretudo os que constituem o tronco, tanto em sua zona dorsal quanto na ventral, separadas as duas regiões por um tabique longitudinal de tecido conjuntivo, o septo horizontal. Outros elementos musculares localizam-se na cabeça (músculos oculares e hipobranquiais), nas nadadeiras ou em torno das vísceras.
Os peixes são polifiodontes, ou seja, têm numerosas dentições. Seus dentes são cônicos, e quando se desgastam surgem outros, novos, numa sucessão indefinida. Algumas espécies, como é o caso do cavalo-marinho, não têm dentes na fase adulta, enquanto outras, como a dos tubarões, apresentam várias fileiras de dentes, muito fortes e agudos. O aparelho digestivo é formado de cavidade bucal, faringe, esôfago, estômago e intestino. O estômago em geral se confunde com o esôfago, muito curto. Muitas espécies dispõem de prolongamentos unidos ao intestino que às vezes se agrupam em massas densas por meio de tecido conjuntivo e aumentam a capacidade de armazenamento do tubo digestivo. Os peixes possuem fígado e pâncreas bem desenvolvidos. Os tubarões e outros peixes cartilaginosos têm no intestino uma dobra formada por numerosas voltas: é a válvula espiral, que aumenta consideravelmente a superfície de absorção das paredes intestinais.
A respiração se realiza por meio de brânquias, estruturas localizadas na parte posterior da cabeça. São formadas de um conjunto de pequenas lâminas com grande irrigação sangüínea, nas quais ocorrem o intercâmbio gasoso com o meio e a absorção do oxigênio disperso na água. O líquido entra pela boca, atravessa a faringe, chega às brânquias e sai por uma série de orifícios branquiais ou por uma grande abertura posterior localizada junto ao opérculo. Os peixes pulmonados apresentam também uma cavidade em forma de saco, que se comunica com o esôfago e desempenha o papel de pulmão. Esse órgão, semelhante à bexiga natatória dos demais peixes, é o regulador do fluxo e da pressão dos líquidos no organismo.
O sistema circulatório é simples, com um único circuito que conduz o sangue até as brânquias, onde ocorre a oxigenação, e em seguida o leva às demais vísceras e tecidos do corpo. É composto de coração, formado por duas câmaras, uma aurícula e um ventrículo; pelas aortas ventral e dorsal; por um conjunto de vasos secundários e pelo sistema venoso, que drena o organismo e faz o sangue retornar às brânquias.
Tal como ocorre com os demais vertebrados, o sistema nervoso do peixe consta de duas unidades principais: o encéfalo, contido no crânio, e a medula espinhal, da qual derivam os nervos que se estendem por todo o corpo. O olfato é muito desenvolvido, como indica a presença de dois proeminentes lóbulos encefálicos olfativos. Os olhos percebem com grande precisão qualquer movimento que se produza nas imediações, mas a captação das formas dos objetos é bem mais deficiente. Como órgão sensorial específico, os peixes apresentam a linha lateral, que atravessa longitudinalmente o corpo em seus dois flancos em forma de franja e se comunica com o meio por uma série de orifícios, onde existem células especializadas que captam as alterações de pressão da água.
Os sexos são diferenciados, não existem espécies hermafroditas e a fecundação é externa. Em muitas espécies, o número de ovos chega a vários milhões. Tão alta fecundidade serve para compensar a grande mortalidade sofrida pelos animais nas primeiras fases de seu desenvolvimento. A maioria das espécies abandona os ovos logo após a postura, mas algumas os protegem, resguardando-os em locais cobertos, como depressões na areia, cavidades etc. ou mesmo incubando-os no corpo, como ocorre com o cavalo-marinho, caso em que o encarregado da incubação é o macho. Nas tilápias e em algumas outras espécies, os alevinos, tão logo saídos do ovo, refugiam-se na boca do pai quando se sentem ameaçados.

Habitat. A maior parte dos peixes pertence a espécies marinhas e vive em pleno oceano ou em zonas próximas à costa, em alguns casos relativamente perto da superfície e em outros em escuras regiões abissais. Sua alimentação é muito variada: há espécies que se nutrem de algas e outros vegetais e outras consomem invertebrados e outros peixes.
Existem espécies que vivem somente em rios e outras massas de água doce, como as das carpas e trutas, e outras, como a dos salmões, que sobem os rios para desovar e depois que os ovos eclodem e os indivíduos alcançam o estado juvenil, retornam ao mar. Caso diferente é o das enguias, que nascem no mar, passam a vida nos rios e voltam a seu meio de origem para a desova. Nesse percurso, que pode ter milhares de quilômetros, os peixes se guiam por estímulos sensoriais, entre os quais se destacam os olfativos, gustativos e térmicos.
É curioso o caso dos peixes pulmonados que vivem em meios de água doce no interior dos continentes em regiões onde ocorrem secas. Eles conseguiram se adaptar a essas duras condições com o desenvolvimento de cavidades semelhantes a pulmões, com as quais respiram o oxigênio do ar. Alguns deles entram em letargia nas épocas mais quentes, enterrados na lama, numa toca com abertura para o exterior, pela qual chega o ar de que necessitam. Adaptações também muito complexas são sofridas pelos peixes que vivem nas grandes profundidades oceânicas, como algumas enguias, e são dotados de órgãos luminosos. Os peixes planos, como o linguado, vivem semi-enterrados em zonas arenosas próximas ao litoral e têm, em conseqüência, os dois olhos do mesmo lado do corpo. Há peixes que exibem comportamento de defesa territorial e outros que, para atrair a atenção das fêmeas, executam movimentos para induzir o acasalamento.

Classificação sistemática. Os peixes se dividem em cinco classes: placodermos, cujos representantes são todos fósseis; ágnatos, com esqueleto cartilaginoso e sem maxilar inferior; coanictes, que têm as aberturas das fossas nasais na cavidade oral; condrictes, com esqueleto de natureza cartilaginosa; e actinopterígios, classe de peixes com nadadeiras raiadas na qual se inclui a maior parte das espécies atuais. A classe dos condrictes se divide nas subclasses dos elasmobrânquios e dos holocéfalos. Entre os primeiros se encontram os tubarões e as arraias, que se caracterizam pela válvula em espiral do intestino e um número de brânquias que oscila entre cinco e sete pares. Os holocéfalos, por sua vez, são representados pelas quimeras. Os coanictes, ou sarcopterígios, dividem-se na subclasse dos dipnóicos (ou pulmonados), com três únicos gêneros (o Protopterus, africano, o Lepidosiren, sul-americano, e o Neoceratodus, australiano); e na dos crossopterígios. A classe dos actinopterígios divide-se em três subclasses: condrósteos, holósteos e teleósteos.
Os actinopterígios mais primitivos são os condrósteos, que têm cauda semelhante à dos tubarões e cujo esqueleto é só parcialmente ossificado; a esta subclasse pertence o esturjão (Acipenser sturio), de cujas ovas se prepara o caviar. Uma ordem dos teleósteos muito primitiva e de grande importância econômica é a dos clupeiformes, que conta com espécies como a sardinha (Sardina pilchardus), o arenque (Clupea harengus) e a manjuba (Lile piquitinga), todos peixes de mar; o salmão (Salmo salar), que divide seu ciclo vital entre o mar e os rios; e a truta (Salmo trutta), própria do meio fluvial. São teleósteos também os peixes pertencentes à ordem dos cipriniformes, como a carpa (Ciprinus carpio), o barbo (Barbus barbus) e o peixe vermelho de aquário (Carassius auratus); as espécies da ordem dos angüiliformes, muito compridas e semelhantes a cobras, como é o caso da enguia comum (Anguilla anguilla) e das moréias, algumas das quais medem mais de três metros. Os singnatiformes são os cavalos-marinhos, dos quais a espécie mais conhecida é a Hippocampus guttulatus. Além da forma curiosa, insólita para um peixe, o cavalo-marinho apresenta placas ósseas que lhe recobrem o corpo. Ele se mantém em posição vertical quando nada, e sua cauda é preênsil.
Muitas espécies da subclasse dos teleósteos despertam interesse pelo aspecto peculiar e por seu comportamento incomum. São os casos, por exemplo, do baiacu-de-espinho (Diodon hystrix), que quando fica assustado estufa o corpo, transformando-o numa bola eriçada de espinhos; da rêmora (Echeneis remora), que adere ao corpo de outros peixes e a cascos de navios e assim é transportada pelos mares; do peixe-voador (Exocoetus volitans), que graças a nadadeiras peitorais muito desenvolvidas consegue planar acima da superfície da água após um salto inicial; e do peixe-elétrico, ou poraquê (Electrophorus electricus), capaz de produzir descargas elétricas em quem o tocar.

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