Cana-de-açúcar - Índice - Classificação do gênero - História - No Brasil - Impactos socioambientais - Processamento da cana - Economia - No mundo - No Brasil - Formação de preços - Produtos da cana-de-açúcar - Trabalho Escola




Cana-de-açúcar

Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Ordem: Poales
Família: Poaceae
Género: Saccharum

A cana-de-açúcar é uma planta que pertence ao gênero Saccharum L.. Há pelo menos seis espécies do gênero, sendo a cana-de-açúcar cultivada um híbrido multiespecífico, recebendo a designação Saccharum spp. As espécies de cana-de-açúcar são provenientes do Sudeste Asiático. A planta é a principal matéria-prima para a fabricação do açúcar e álcool (etanol).

É uma planta da família Poaceae, representada pelo milho, sorgo, arroz e muitas outras gramas. As principais características dessa família são a forma da inflorescência (espiga), o crescimento do caule em colmos, e as folhas com lâminas de sílica em suas bordas e bainha aberta.

Classificação do gênero

Na classificação taxonômica de Jussieu (1789), Saccharum é o nome de um gênero botânico, ordem Gramineae, classe Monocotyledones com estames hipogínicos.

História


Corte de madeira em área florestal para o plantio de cana-de-açúcar.
A cana-de-açúcar é uma planta proveniente do sul e sudeste asiático.2 Com a expansão muçulmana a cana foi introduzida em áreas onde não era cultivada. No continente Europeu ela foi cultivada na Espanha e posteriormente levada para as Américas durante a expansão marítima onde foi cultivada em países como Brasil, Cuba, México, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela.

No Brasil

A cana-de-açúcar foi introduzida no Brasil no início do século XVI, quando foi iniciada a instalação de engenhos de açúcar, a primeira indústria implantada na nova possessão de Portugal, que em pouco tempo substituiu a indústria extrativa do pau-brasil.3

Foi a base da economia do nordeste brasileiro, na época dos engenhos. A principal força de trabalho empregada foi a da mão-de-obra escravizada, primeiramente indígena e em seguida majoritariamente de origem africana, sendo utilizada até o fim do século XIX. Os regimes de trabalho eram muito forçados. Esses trabalhadores, na ocasião da colheita, chegavam a trabalhar até 18 horas diárias. Com a mudança da economia brasileira para a monocultura do café, esses trabalhadores foram deslocados gradativamente dos engenhos para as grandes fazendas cafeeiras. Com o tempo, a economia dos engenhos entrou em decadência, sendo praticamente substituída pelas usinas. O termo engenho hoje em dia é usado para as propriedades que plantam cana-de-açúcar e a vendem, para ser processada nas usinas e transformada em produtos derivados.

Impactos socioambientais

Geralmente, as plantações ocupam vastas áreas contíguas, isolando ou suprimindo as poucas reservas de matas restantes, estando muitas vezes ligadas ao desmatamento de nascentes ou sobre áreas de mananciais. Os problemas com as queimadas, praticadas anteriormente ao corte para a retirada das folhas secas, são uma constante nas reclamações de problemas respiratórios nas cidades circundadas por essa monocultura.

Além disso, o retorno social da agroindústria, como um todo, é mais pernicioso que benéfico para a maioria da população.

Processamento da cana


Antiga moenda de madeira para cana-de-açúcar no Goiás
A cana colhida é processada com a retirada do colmo (caule), que é esmagado, liberando o caldo que é concentrado por fervura, resultando no xarope, a partir do qual o açúcar é cristalizado, tendo como subproduto o melaço ou mel final. O colmo é às vezes consumido in natura (mastigado), ou então usado para fazer caldo de cana e rapadura. O caldo também pode ser utilizado na produção de etanol, através de processo fermentativo, além de bebidas como cachaça ou rum e outras bebidas alcoólicas, enquanto as fibras, principais componentes do bagaço, podem ser usadas como matéria prima para produção de energia elétrica, através de queima e produção de vapor em caldeiras que tocam turbinas, e etanol, através de hidrólise enzimática ou por outros processos que transformam a celulose em açucares fermentáveis.

Praticamente todos os resíduos da agroindústria canavieira são reaproveitados. A torta de filtro, formada pelo lodo advindo da clarificação do caldo e bagacilho, é muito rica em fósforo e é utilizada como adubo para a lavoura de cana-de-açúcar. A vinhaça, um subproduto da produção de álcool, contém elevados teores de potássio, água e outros nutrientes, sendo utilizada para irrigar e fertilizar o campo. Pode também ser utilizada como biomassa para produção de biogás (composto basicamente de metano e gás carbônico).

Economia

No mundo

O Brasil é hoje o principal produtor de cana-de-açúcar do mundo4 . Seus produtos são largamente utilizados na produção de açúcar, álcool combustível e mais recentemente, biodiesel.

A cana-de-açúcar foi a base econômica de Cuba, quando tinha toda a sua produção com venda garantida para a União Soviética, a preços artificialmente altos. Com o colapso do regime socialista soviético, a produção de cana cubana tornou-se inviável.

A cana-de-açúcar também é o principal produto de exportação em países do Caribe como a Jamaica, Barbados, etc. Com a suspensão de preferências européias à cana caribenha em 2008, espera-se um colapso semelhante na indústria canavieira caribenha.

Vários países da África austral, principalmente a África do Sul, Moçambique e a ilha Maurício, são igualmente importantes produtores de açúcar.

Uma tonelada de cana-de-açúcar produz 80 litros de etanol sendo que um hectare de terra produz 88 toneladas de cana-de-açúcar, no total são produzidos 7040 litros de etanol por hectare.

A Organização das Nações Unidas relata4 que, em 2010, o valor da produção brasileira foi de aproximadamente 23 bilhões de dólares, seguido da produção indiana, superior a 8 bilhões de dólares:

País Produção (1.000 US$) Produção (t)
Brasil 23.450.773 719.157.000
India 8.482.043 277.750.000
China 3.456.697 111.454.359
Tailândia 2.259.441 68.807.800
México 1.655.694 50.421.600
Paquistão 1.459.132 49.372.900
Austrália 1.032.953 31.457.000
Argentina 952.273 29.000.000
Filipinas 950.093 34.000.000
Indonesia 870.180 26.500.000
Estados Unidos 760.852 24.820.600
Colômbia 665.691 20.272.600
Guatemala 601.629 18.391.700
África do Sul 525.904 16.015.600
Vietnã 517.884 15.946.800
Egito 469.265 15.708.900
Cuba 343.376 11.300.000
Peru 317.234 9.660.900
Venezuela 311.951 9.500.000
Myanmar 307.943 9.715.430
Valor e produção da cultura de cana-de-açúcar dos 20 principais produtores mundiais em 20104
No Brasil

O setor sucroalcooleiro brasileiro despertou o interesse de diversos países, principalmente pelo baixo custo de produção de açúcar e álcool. Este último tem sido cada vez mais importado por nações de primeiro mundo que visam reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e a dependência de combustíveis fósseis. Todavia, o baixo custo é conseguido, por vezes, pelo emprego de mão-de-obra assalariada de baixíssima remuneração e em alguns casos há até seu uso com características de escravidão por dívida.5

No Brasil, a agroindústria da cana-de-açúcar tem adotado políticas de preservação ambiental que são exemplos mundiais na agricultura[carece de fontes?], embora nessas políticas não estejam contemplados os problemas decorrentes da expansão acelerada sobre vastas regiões e o prejuízo decorrente da substituição da agricultura variada de pequenas propriedades pela monocultura. Já existem diversas usinas brasileiras que comercializam crédito de carbono, dada a eficiência ambiental.

As queimadas também têm diminuído devido ao aumento de denúncias e endurecimento da fiscalização, embora muitas dessas denúncias terminem sem uma penalização formal. Em cidades como Ribeirão Preto, Araraquara, Barretos, Franca, Jaboticabal e Ituverava, as multas e advertências a usinas e produtores que queimam seus canaviais cresceram 27% em 2009 em relação a 2008, segundo levantamento da Cetesb.6

Para renovação do cultivo, algumas indústrias canavieiras fazem, a cada quatro ou cinco anos, plantios de leguminosas (soja) que recuperam o solo pela fixação de nitrogênio. Quanto aos problemas advindos da queima controlada na época do corte, existe já um movimento em direção à mecanização da colheita que aumenta de ano para ano,além de rigorosos protocolos que prevem o fim da queima até o ano de 2014.

A partir da Pesquisa Pecuária Municipal do IBGE7 , nota-se que a região Região Sudeste do Brasil é responsável (dado de 2010) por quase 70% de toda a produção nacional:

Região Safra 2010 (t) Participação em 2010
Sudeste 498.884.508 69,53%
Centro-Oeste 97.430.026 13,58%
Nordeste 68.789.726 9,59%
Sul 50.286.221 7,01%
Norte 2.071.620 0,29%
Brasil 717.462.101 100,00%
Produção da cultura de cana-de-açúcar nas regiões do Brasil em 20107
Usando também dados do IBGE8 , verifica-se que o estado de São Paulo é responsável por mais da metade da produção brasileira:

Unidade da Federação Safra 2005 (t) Safra 2006 (t) Safra 2007 (t) Safra 2008 (t) Safra 2009 (t) Safra 2010 (t) Participação em 2010
São Paulo 254.809.756 289.299.376 329.095.578 386.061.274 408.451.088 426.572.099 59,46%
Minas Gerais 25.386.038 32.212.574 38.741.094 47.914.898 58.384.105 60.603.247 8,45%
Paraná 29.717.100 33.917.335 45.887.548 51.244.227 53.831.791 48.361.207 6,74%
Goiás 15.642.125 19.049.550 22.387.847 33.112.209 43.666.585 48.000.163 6,69%
Mato Grosso do Sul 9.513.818 12.011.538 15.839.993 21.362.034 25.228.392 34.795.664 4,85%
Alagoas 23.723.803 23.497.027 24.993.144 29.220.000 26.804.130 24.352.340 3,39%
Pernambuco 17.115.218 17.595.676 19.637.061 20.359.720 19.445.241 19.704.071 2,75%
Mato Grosso 12.595.990 13.552.228 15.000.313 15.850.786 16.209.589 14.564.724 2,03%
Rio de Janeiro 7.554.495 6.835.315 5.965.446 6.582.623 6.481.715 6.394.477 0,89%
Bahia 5.592.921 6.150.367 6.279.183 5.689.329 4.630.196 5.868.709 0,82%
Paraíba 4.975.797 6.059.030 6.222.223 6.297.179 6.302.570 5.646.151 0,79%
Espírito Santo 4.240.922 4.206.342 4.436.412 5.176.445 5.249.775 5.314.685 0,74%
Rio Grande do Norte 3.286.428 3.391.184 3.836.626 4.105.299 4.259.996 3.962.017 0,55%
Maranhão 1.968.414 2.306.456 2.440.358 3.005.774 2.824.701 3.176.531 0,44%
Sergipe 1.777.372 1.924.975 2.401.966 2.429.603 2.607.155 2.994.819 0,42%
Ceará 1.787.126 1.617.003 2.251.239 2.270.816 2.323.937 2.306.004 0,32%
Rio Grande do Sul 908.930 1.166.717 1.426.978 1.431.081 1.254.475 1.503.000 0,21%
Piauí 647.675 640.707 779.482 778.084 859.513 779.084 0,11%
Tocantins 161.873 193.390 202.620 392.071 664.284 715.317 0,10%
Pará 505.348 618.316 677.844 574.660 698.845 668.738 0,09%
Santa Catarina 601.869 660.333 734.562 756.803 699.068 422.014 0,06%
Amazonas 340.027 349.847 343.302 365.983 368.050 341.186 0,05%
Rondônia 49.228 86.870 55.302 207.438 253.277 233.527 0,03%
Acre 25.690 35.248 37.138 52.609 38.650 107.251 0,01%
Distrito Federal 25.638 29.756 30.335 54.661 66.248 69.475 0,01%
Amapá 1.755 2.205 2.430 3.200 1.395 4.146 0,00%
Roraima 1.290 1.290 1.290 1.376 1.376 1.455 0,00%
Brasil 422.956.646 477.410.655 549.707.314 645.300.182 691.606.147 717.462.101 100,00%
Evolução da produção da cultura de cana-de-açúcar no Brasil de 2005 a 20108
Além disso, nota-se que o principal município produtor é Morro Agudo, que responde sozinho por mais de 1% da produção nacional:9

Município Safra 2010 (t) Participação em 2010
Morro Agudo - SP 7.945.800 1,11%
Rio Brilhante - MS 6.783.111 0,95%
Barretos - SP 5.809.860 0,81%
Guaíra - SP 5.800.000 0,81%
Paraguaçu Paulista - SP 4.805.200 0,67%
Piracicaba - SP 4.800.000 0,67%
Uberaba - MG 4.370.000 0,61%
Guararapes - SP 4.190.490 0,58%
Araraquara - SP 4.165.000 0,58%
Jaboticabal - SP 4.050.000 0,56%
Conceição das Alagoas - MG 3.840.000 0,54%
Ituverava - SP 3.760.000 0,52%
Quirinópolis - GO 3.715.200 0,52%
Campos dos Goytacazes - RJ 3.697.000 0,52%
Araçatuba - SP 3.571.300 0,50%
Jaú - SP 3.527.500 0,49%
Miguelópolis - SP 3.521.970 0,49%
Batatais - SP 3.471.000 0,48%
Olímpia - SP 3.400.000 0,47%
Novo Horizonte - SP 3.384.000 0,47%
Pitangueiras - SP 3.360.000 0,47%
Penápolis - SP 3.320.000 0,46%
Barra do Bugres - MT 3.264.399 0,45%
Cafelândia - SP 3.210.240 0,45%
Santa Helena de Goiás - GO 3.207.600 0,45%
Ribeirão Preto - SP 3.154.840 0,44%
Lençóis Paulista - SP 3.049.050 0,42%
Coruripe - AL 3.029.804 0,42%
São Carlos - SP 2.998.650 0,42%
Maracaju - MS 2.952.849 0,41%
Produção da cultura de cana-de-açúcar nos 30 maiores produtores de cana-de-açúcar do Brasil em 20109
Formação de preços

O preço da cana-de-açúcar não é mais determinado pelo governo desde a safra 1998/99. Diante disso, surgiram entidades com o intuito de organizar o setor que se encontrava durante décadas sob a intervenção estatal.10

No Estado de São Paulo, constituiu-se um grupo formado por representantes dos produtores de cana (representados pela Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil - ORPLANA) e industriais (representados pela União da Agroindústria do Açúcar e do Álcool do Estado de São Paulo - UNICA) com o objetivo de desenvolver um novo sistema para a remuneração da cana-de-açúcar, surgindo o Conselho de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool de São Paulo (CONSECANA).10 11

O modelo atual de pagamento de cana é denominado Sistema de Remuneração da Tonelada de Cana pela Qualidade/CONSECANA, e considera, para efeito de determinação do valor da tonelada da cana-de-açúcar, a quantidade de Açúcar Total Recuperável (ATR).10 12 13 14

O preço do quilograma do ATR é determinado (pelo CONSECANA) em função:10

do preço do açúcar, nos mercados interno estadual e externo;
do preço do álcool anidro e hidratado;
do "mix" de produção de cada unidade industrial (a quantidade produzida de açúcar e álcool pela unidade); e
da participação da matéria-prima nos custos de produção do açúcar e do álcool.
Esse sistema de remuneração vem sendo criticado pelos plantadores de cana, insatisfeitos com o preço recebido das usinas.10 Opondo-se aos plantadores, associações de indústrias sucroalcooleiras argumentam a favor da manutenção do índice.15 Não obstante, contratos de parceria entre plantadores ou parceiros proprietários (das terras), de um lado, e indústrias, de outro lado, têm sido firmados usando esse índice como fator de remuneração/pagamento, na modalidade de "parceria fixa" (vide observações ao contrato do tipo "arrendamento rural" no artigo Arrendamento) e parceria variável (vide artigo Parceria rural).12 16

Eventualmente constratos de parceria rural têm sido firmados usando outros indicadores16 , tais como:

ART (Açúcares Redutores Totais);
álcool hidratado;
álcool anidro;
açúcar cristal.
A cana-de-açúcar não é negociada na Bm&f, mas sim seus derivados açúcar cristal, etanol anidro e etanol hidratado, este último, tendo sido escolhido como uma das cinco commodities que compõem o Índice de Commodities Brasil (ICB).17

Produtos da cana-de-açúcar

Seus produtos hoje são largamente utilizados na produção de açúcar, álcool combustível, melaço (que, juntamente com as espumas e depois o caldo de cana, foram utilizados para a fabricação de cachaça) e mais recentemente, biodiesel:3

Açúcar cristal: indústrias alimentícias de bebidas, massas, biscoitos e confeitos.
Açúcar refinado granulado: produtos farmacêuticos; confeitos onde aparecem cristais; xarope de alta transparência; mistura seca.
Açucar refinado amorfo: consumo doméstico, misturas sólidas de dissolução instantânea, bolos e confeitos, caldas transparentes e incolores.
Açúcar refinado Graçúcar: preparo de glacês, suspiros, bolos, chantilly, etc.
Açúcar invertido: frutas em caldas, sorvetes, balas e caramelos, licores, geléias, biscoitos, bebidas carbonadas.
Açúcar mascavo: açúcar bruto, sem refino, contendo melaço. Excelente como fonte de energia, é consumido no estado natural.
Açúcar demerara: açúcar granulado resultado da purgação do açúcar mascavo. Usado em caldas, bolos, caramelos, pudins, compotas e licores.
Àlcool hidratado: com 96% de álcool e 4% de água é usado como combustível para veículos automotivos.
Àlcool anidro: composto de 99,5% de álcool e 0,5% de água, é usado como aditivo de combustíveis. No Brasil é misturado na proporção de 20 a 25% na gasolina.
Àlcool bruto: combustível e produção de álcoois extra fino e neutro.
Àlcool neutro: indústrias alcooquímica, cosméticos, bebidas, farmaceuticas e tintas e vernizes.
Cachaça/rum: bebida alcoólica também utilizada como ingrediente na confecção de doces e salgados.
Rapadura: pode ser considerado um açúcar bruto e sólido. Usada para adoçar café, leite, etc. e também é consumida ao natural.
Melado: é o ponto obtido quando o caldo de cana é fervido e engrossado, antes de cristalizar. Consumido puro ou misturado com queijo, biscoito, bolo, mandioca e outros. Também usado em confeitaria, bebidas e balas.
Bagaço: combustível para caldeira, produção de celulose, alimentação de gado confinado e produção de álcool de celulose (em estudos).
Torta de filtro: é resíduo da filtração do lodo na fabricação do açúcar e álcool durante a purificação do caldo. Usado como fertilizante.
Vinhaça: alimentação de animais, produção de proteínas, rações, metano e usada também como adubo.
Óleo fúsel: usado em solventes e para a extração de álcoois com diferentes graus de pureza.
Levedura seca: ração animal.
Melaço: produção de etanol, suplemento para forragens volumosas para gado de corte, suplemento para alimentação de porcos e cavalos, adubação orgânica, adubo foliar, cicratizar o pé de batata após chuva de granizo, pulverização do milho, confecção de molde na indústria de fundição, confecção de refratários, revestimento de forno e na massa de tijolo na indústria cerâmica, dar consistência à porcelana, fabricação de briquete em mineração, dar consistência ao papelão e à casquinha de sorvete, em pneus, em velas para filtro de água, produção de proteína, levedura para panificação e antibiótico.

Nenhum comentário:

Postar um comentário





Palavras mais buscadas no site:

Trabalhos Escolares Trabalho Escolar Biologia Português Matéria Português Rede Social Dicas de Português História Língua Portuguesa ZOOLOGIA Facebook Memes Trolls Geografia Memes Zuando muito no face Trollando Memes para facebook Escrevendo em redes sociais Dúvidas de Português Educação Física Concursos Públicos Gramática Esportes Concursos Dicas de Concursos Públicos Biografia Química O que é a língua portuguesa Física Questões para Concursos Geologia Informática Questões Enfermagem Geofísica Enem Cartaz Cartazes Manifestações TI Tecnologia Blocos Econômicos e Organizações Internacionais Arte Artes GENÉTICA Sociologia PROUNI SISU Concordância Biografias Dicas Diversos ECOLOGIA Faculdade Universidade Vestibular Matemática Simulado Atualidades Civilizações Protesto CAFTA Seu Trabalho Ortografia QUESTÕES DE Português com Gabarito Literatura Crase Computadores analógicos Curiosidades Esqui Aquático Gramática. História da computação História do hardware Redação Índio EVOLUÇÃO QUESTÕES de Matemática com Gabarito Indígena Resumo Uso da Crase - quando há (ou não) crase Geometria Analítica Livro Plural RACIOCÍNIO LÓGICO Artigos 196 a 200 da Constituição Federal Grafia Hífen Lei n° 8.142 Lei nº 8.080 Organização e Funcionamento do SUS QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO Com Gabarito Sistema Único de Saúde Autores Geometria Homônimos Parônimos Tecnologia da Informação Uso da vírgula Construções Geométricas Educação Resumos Vírgula Anita Garibaldi Equação da reta Questão de Concurso Reciclagem Sinônimos Verbos Vocativo Aleijadinho Aluísio Azevedo Aposto Avaliação Carta Comunidade Andina Dicionário Emprego Energia Estudar Fast Estudo Analítico do Ponto Estudo da Reta Exercícios Fernando Pessoa Formas variadas de linguagem Futebol Gauchês Ginástica História da Idade Média Idade Média Identidade Imagens para Facebook Inclinação da reta Lei Lei federal Nitrogênio Ortográfico Pedagogia Polo aquático Precisão e adequação vocabular Pronomes Psicologia Publicidade Reforma ortográfica Saúde Significados Tênis de Mesa Uso de por que Verbo Vocabulário por quê porque e porquê Ângulo de inclinação da reta 99 : Salário baixo e injustiça A Estrutura Curricular da Disciplina De Educação Física A Grande Influência da Lua em Nossas Vidas. A guerra civil gaúcha A participação do México no Nafta ACENTUAÇÃO ACENTUAÇÃO GRÁFICA ANARQUIA ASEAN Abandono Acentos Adolf Hitler Advérbios Afonso Pena AlCA x ALBA Alca Alfabeto Alfred Wegener Anatomia comparada Apec Apostila Apostila Concurso Professor Apostila PEB ll Arte Barroca Arte Rupestre Artesanato Arthur Aguiar Artigos Assíria Asteca Astrolábio Atletismo Até onde a Lua influencia a nossa vida? Automação Babilônia Badminton Balonismo Barack Obama Barão de Mauá Barão do Rio Branco Basquetebol Beisebol Benito Mussolini Benjamin Constant Bilhete Biodiversidade Biogeografia Biologia molecular Boxe Brasil - Eleições 2006 CEI – Comunidade dos Estados Independentes CLIMA Cabo de Guerra Caminhada Cana-de-açúcar Capoeira Caratê Caricom Carlos Chagas Carlos Drummond de Andrade Carta Argumentativa Carta comercial Carta de Reclamação Carta de informação Carta de solicitação Carta do leitor Cartaginês Cartão-postal Carvão mineral Casal Castro Alves Celta Charles Chaplin Chico Buarque de Holanda Chinesa - Civilizações Ciclismo Circunferência Clarice Lispector Classificação dos blocos econômicos Claude Debussy Comemoração em outros Países Comparativo entre C e java Comunidade Britânica Comunidade Sul-Americana de Nações Conceito Conceitos Concretismo Consciência Convite Copa 2014 Coreia do Norte e a Coreia do Sul Corrida Crise na Tunísia Cruzadas Crítica DEFENSIVOS AGRÍCOLAS DENSIDADE DESENHO DESMATAMENTO DESTAQUES NO MUNDO DOMESTICAÇÃO Dança Data Comemorativa Data Mining Data Warehouse Decreto nº 7.508 Descrição Desflorestamento Desrespeito com o professor Dia das Mães Dia do Descobrimento do Brasil - 22 de Abril Dicionário Web Direito Administrativo Dom Pedro I Duque de Caxias E-mail ESPÉCIES EM EXTINÇÃO EXPRESSIONISMO Educação no Brasil Educação nota 10 Egípcia Eleição de Dilma Rousseff Energia Solar Enunciação e contexto Escalada Escultura Esgrima Esporte Estrangeirismo Estrangeirismos Estudar é para os fortes Estudo da Circunferência Euclides Evolução da Tecnologia da Informação Exemplos de Textos do Cotidiano Expedições medievais realizadas em nome de Deus FIES FOTOSSÍNTESE Falsos Sinônimos Falta de Vagas Fauna Fenícia Feriados Feudalismo Figuras de estilo Filogenia Filogeografia Filosofia Fisiologia Flora Fly Fishing Formação de blocos econômicos Força de Floriano Fracasso da Alca Francesa Frases em imagens Frescobol Futebol americano Futurismo Fórmula 1 G 20 Financeiro GEO1M1 GEO2M2 Geometria Euclidiana Germânica Geógrafo Geólogo Ginástica Artística Ginástica de trampolim Globalização Glossário Web Golfe Golfo Pérsico Gonçalves Dias Governo x Educação Graciliano Ramos Grafite Grega Grego Grigori Perelman Guerra Guerra Civil Americana Guerra de Secessão Guia Prático Gêneros textuais argumentativos Gêneros textuais do cotidiano Gêneros textuais do universo jornalístico HISTiatÓRIA DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA DA ARTE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃ Heitor Villa-Lobos Hidroginástica História do Futebol História em quadrinhos Homero Homo sapiens Homônimas e Parônimas Hóquei IMPRESSIONISMO Idade Antiga Idade Contemporânea Idade Moderna Importância da mulher na sociedade Inca Indiana Indigena Individualismo Industrialização da China Industrialização e Urbanização Indígena no Brasil Indígenas Inglesa Inglês Ingresso Tardio Inscrições Integração da Venezuela ao Mercosul James Watt Japonesa Jet Ski Jiu Jitsu Jogo de Queimada Jogos Olímpicos Pequim 2008 John Fitzgerald Kennedy José de Alencar Judô Karl Marx Kung-Fu Lima Barreto Linguagem e comunicação Localização do Golfo Pérsico Luiz Gonzaga MEIO AMBIENTE MIGRAÇÕES ANIMAIS MMA Mixed Martial Arts Madeira Mahatma Gandhi Maia Mamíferos Manguezal Medicina Memórias de Computadores Mercosul Mercosul: Países Integrantes Mercúrio (planeta) Mergulho Mesóclise Minas Gerais Missão Científica Espacial Brasileira Mix Útil Modelos de Processadores Modismos Monarquia Monteiro Lobato Moralismo Morfologia Mundo Summary Musculação Médicos Nado Sincronizado Natação Neologismo Neologismos O milênio da mulher O que é Educação Física? OEA OLAP OMC ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SUS - LEI 8080/90 E 8142/90 ORIGAMI Op-art Opep Opinião Os livros são um oceano infinito de conhecimento PEB ll POLUIÇÃO Paleontologia Parkour Pedro Bandeira Pedro Álvares Cabral Pensamentos Persa Perímetros Pesquisa Pessoa Piaget Pintura Placa tectônica Planejamento e Gerência de Projeto de Software Planície Pleonasmo Pontuação Pop Art Portugal Povos indígenas Presidentes da República do Brasil Primavera Árabe Princesa Isabel Professor Professor trollando aluno que não estuda Pronomes átonos Prosa Naturalista Prova Pré-História Próclise QUALIDADE DE VIDA QUESTÕES DE Português Acentuação Com Gabarito QUESTÕES DE Português Crase com Gabarito Questão do Mensalão Questões de Português Ortografia com Gabarito R$9 RENASCIMENTO RESPONSABILIDADE SOCIAL ROCOCÓ Racismo Ranking Mundial de Educação Rapa-Nui Rebelião Popular Rede municipal de saúde Redundância Relacionamento Remo Repetência Reservas indígenas no Brasil Respeite o Professor Respostas Resumo de Livro Revolta da Armada Revolta da Vacina Revolta na Líbia Revolta no Egito Revolução Federalista Revolução Francesa Robô Romana Romero Britto Russa SADC Saltos Ornamentais Semânticas Seriados Sintaxe Sismo Sistema Operacional Sistemática Skate Squash Subjuntivo Suméria Surfe Tabelas Cruzadas e DrillDown Taekwondo Teatro Terremoto Texto instrucional (injuntivo) The Vampire Diaries Tigres Asiáticos Tipos de Frase Triathlon Turca Turfe Tênis Unasul União Europeia União Européia Urbanização da China Urânio Uso do Hífen (Novo Acordo Ortográfico) Verbo Auxiliar Verbos Abundantes Verbos Anômalos Verbos Defectivos Verbos Regulares e Irregulares Verbos Transitivos Verbos de Ligação Verdades e mentiras sobre o conflito das Coreias Vida de professo Viking Voleibol Voleibol de Praia Volumes Water Bike Xadrez Xenofobia Xilogravura Zuando na escola 2013 dúvida léxico regionalismo saúde no Brasil tempo verbal toma dicionário na cara variante linguística Árabe - Civilizações Áreas Ângulos Ênclise