Conflitos entre Judeus e Palestinos


A História dos conflitos entre Judeus e Palestinos
“A História dos Conflitos "Palestina x Israel”

            A Palestina foi marcada neste século por uma colonização estrangeira que afetou o modo de vida de todo o Oriente Médio - a colonização judaica baseada no sionismo político, ideologia vinculada a um projeto de despossessão da terra de seus proprietários originais.
                A execução de parte das metas do sionismo, com o apoio norte-americano e inglês, é sem sombra de dúvida o fator mais importante na manutenção do estado de guerra no Oriente Próximo desde o início do século até os dias de hoje. Este movimento originou-se no final do século XIX, tendo como seu momento fundador o Congresso da Basiléia, em 1897, sob a liderança de Theodor Herzl.
                O historiador judaico-americano Norman Finkelstein, em importante obra sobre o assunto,  identifica o "consenso ideológico" em que se desenvolve a crença sionista.    Para Norman, um dos elementos centrais deste consenso, que a Palestina deveria um dia conter uma maioria judaica, provou ser o principal obstáculo para qualquer reconciliação com os árabes.
                O sionismo, como se desenvolveu nos primeiros tempos na Europa, era infelizmente ignorante das reais condições da Palestina. De fato, Herzl tinha pronunciado triunfantemente o slogan "Para um povo sem terra, uma terra sem povo".
A futura proteção prometida pela liderança sionista à minoria árabe não excluía que, em princípio, o Estado pertenceria ao povo judeu.
                O sionismo desejou estabelecer um Estado que o povo judeu poderia alegar inteiramente como sendo seu. Em um Estado assim concebido, os não judeus, mesmo desfrutando os direitos de cidadania, poderiam esperar figurar, na melhor das hipóteses, como uma excrescência no corpo político.
Esta formulação sionista levou às duas questões políticas que prevaleceram durante o mandato britânico: a partilha e a transferência de população. Para o movimento sionista, a pátria "histórica" dos judeus incorporava toda a Palestina, incluindo a Transjordânia, as Montanhas de Golan e o sul do Líbano (embora ainda haja facções sionistas defendendo que o "Sião" estende-se dos rios Nilo ao Eufrates).
                Ao final da I Guerra Mundial, o Oriente Médio foi dividido entre França e Inglaterra, que estabeleceram suas áreas de influência. A França estabeleceu mandatos sobre a Síria e o Líbano, enquanto a Inglaterra controlava a Palestina e a Jordânia. Os ingleses apoiaram o projeto do sionismo e autorizaram a entrada de imigrantes judeus provenientes da Europa e EUA, que vieram a desequilibrar o equilíbrio populacional da região. Em 1914 havia 500.000 muçulmanos e cristãos na Palestina contra 85.000 judeus.
                Estes novos imigrantes, que se estabeleceram em assentamentos no campo, eram europeus ignorantes e insensíveis aos costumes árabes na Palestina. Por exemplo, após estabelecer suas colônias, bloqueavam os direitos costumeiros de pastagem às vilas adjacentes, tomavam os carneiros que ultrapassavam as fronteiras e multavam os árabes que eram seus donos. Tais condutas levaram a violentos conflitos entre os árabes e os judeus sionistas, pois os árabes sentiam-se alienados das terras que cultivaram por séculos.
                Como os objetivos das comunidades árabe e judaica divergiam, na década de 20 começou o ciclo de violência que até hoje não terminou.
Em 1929 ocorreu o primeiro conflito grave, causado por uma disputa religiosa entre judeus e muçulmanos em Jerusalém, seguida de confrontos em Jerusalém e Hebron que deixaram mais de duas centenas de mortos. Em 1936, os palestinos começam uma greve geral e repetiu-se em escala muito maior a seqüência dos eventos de 1929 de violência árabe e resposta britânica.
                Após a Guerra, os sionistas repudiaram o mandato britânico e começaram a batalha contra a Inglaterra, atacando seus postos e tomando suas armas para o conflito que viria a seguir - ao mesmo tempo em que compravam armas da Tchecoslováquia. Com o fracasso dos planos de partilha propostos pelos ingleses, o assunto foi levado às Nações Unidas. Em maio de 1947 instalou-se a Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina (UNSCOP), que terminou suas investigações em agosto. A proposta da comissão foi levada a votação em assembléia presidida pelo representante brasileiro na ONU, Ministro Oswaldo Aranha, em novembro de 1947.
                Colocado em votação o plano de partilha da UNSCOP, o resultado foi o esperado, uma vez que as grandes potências haviam decidido seus votos favoravelmente à partilha: 33 países votaram a favor, 13 votaram contra e 10 se abstiveram.
A decisão das Nações Unidas foi seguida pelo avanço imediato dos sionistas sobre territórios que não lhes haviam sido consignados pelo organismo internacional, e dos exércitos dos países árabes sobre o novo território israelense, dando origem à guerra de 1948 ou primeira guerra árabe-israelense - conflito conhecido ainda como o Desastre (para os palestinos), a Guerra da Palestina (para os países árabes), ou a Guerra de Independência (para os judeus), embora a história mostre que de fato trata-se de uma Guerra de Colonização.
                Apesar de que inicialmente as Forças de Defesa Israelenses tivessem dificuldades para conter a invasão dos exércitos regulares árabes, em dezembro de 1947 a situação era a oposta: o exército egípcio havia sido empurrado para o sul e Israel avançou para o Deserto do Sinai, evacuando-o após pressão internacional; no norte, as forças israelenses derrotaram as pequenas forças libanesas e sírias e capturaram parte do Líbano, evacuando esta área após os acordos de 1949. Ao final da guerra, Israel tinha se apoderado de uma área duas vezes maior do que a designada pelas Nações Unidas, ali se estabelecendo militarmente e proclamando a criação do seu Estado em maio de 1948. O Estado dos palestinos previsto pela ONU deixava de se tornar uma realidade, tendo seu território dividido entre Israel, Transjordânia e Egito.
                Com o avanço israelense para as áreas designadas aos palestinos, a população local em cada área sucessivamente conquistada abandonou suas aldeias e cidades, tornando-se um povo refugiado.
                Os anos compreendidos entre o final da década de 1940 e os dias de hoje testemunharam a manutenção do conflito entre israelenses e árabes - especialmente palestinos. Uma visão simplista ou deformadora da realidade aponta para o reconhecimento de sete guerras árabe-israelenses entre novembro de 1947 e junho de 1982.
                Essas classificações, se funcionais para os propósitos do relato histórico, obscurecem o fato de que na realidade trata-se da mesma guerra que vem sendo travada desde os anos 30, quando a colonização sionista da Palestina tornou-se definitivamente conflituosa com a sociedade árabe local. Desta forma, o mais recomendado seria considerar que a guerra árabe-israelense é a mesma desde os anos 30, porém com diversos ciclos de violência.
Estabelecido o Estado sionista e estabelecido o cessar-fogo entre Israel e os países árabes em 1949, ao longo da década de 50 os antagonismos mútuos foram traduzidos em atos políticos, econômicos e militares como boicote árabe a produtos israelenses, fechamento do golfo de Tirana e do Canal de Suez aos navios de Israel, infiltração armada através das fronteiras e ataques israelenses sobre Jordânia, Faixa de Gaza e Síria.
                Em 1956, Israel, em coalizão com a França e Inglaterra e armado pela primeira, atacou o Egito, procurando deter sua evolução a potência regional sob o comando de Nasser, líder de um forte nacionalismo pan-árabe e aliado à URSS. Eram três os objetivos estratégicos israelenses: atingir o canal de Suez para abrir caminho para a operação anglo-francesa; destruir o exército egípcio no Sinai; e capturar Sharm el-Sheikh, ponto ao sul do Sinai dominando os Estreitos de Tirana.
                O que foi inicialmente uma vitória militar de Israel, que com o domínio total dos ares levou somente quatro dias para atingir seus objetivos, tornou-se uma vitória política para Nasser, que continuou no poder. Sob forte pressão de Washington, os ingleses e franceses foram obrigados a retirar-se do Egito e no ano seguinte Israel evacuou a Faixa de Gaza e o Deserto do Sinai.
                No início de 1967, temendo o aumento do nacionalismo trans-árabe, o governo norte-americano autorizou Israel a lançar uma guerra contra Egito, Síria e Jordânia - a  Guerra dos Seis Dias, de junho de 1967, teve conseqüências profundas para o mundo árabe. Um ataque surpresa das forças israelenses destruiu as forças aéreas do Egito e da  Síria, enquanto em terra Israel atacava posições egípcias no Sinai e em Gaza. A Jordânia tomou o governo internacional de Jerusalém e bombardeou Tel-Aviv; em resposta,  Israel atacou e capturou toda a margem ocidental do Rio Jordão, incluindo Jerusalém, capturando ainda as Montanhas de Golan, pertencentes à Síria.
                Este movimento renovou a guerra pela Palestina, sob o controle israelense a oeste do Rio Jordão. Em Israel, a posse da Margem Ocidental gerou uma onda de nacionalismo místico que reforçou a ligação a um território cujo valor estratégico tinha sido demonstrado pela guerra. No mundo árabe, a OLP ganhava sua autonomia, tornando-se um ator importante no futuro do conflito.
                Nos territórios ocupados, o regime era de total falta de liberdade e respeito com as populações locais. O relatório da Liga Israelense pelos Direitos Humanos e Civis relata como se dava a negação de todos os direitos de expressão e organização política sob o regime de ocupação. Em outras palavras, a liberdade, liberdade total de expressão e organização prevista na Carta dos Direitos Humanos (liberdade de organização política, demonstrações, assembléias e qualquer outra forma de atividade política não-violenta) é totalmente negada aos palestinos sob a ocupação israelense.
                Além da falta de liberdade política, há ainda a questão da exploração do trabalho, pois aos palestinos são oferecidos os piores empregos e salários mais baixos do que os pagos aos israelenses - situação que predomina até hoje nos territórios ocupados e dentro de Israel.
                A resistência palestina, entretanto, tornava-se proeminente. Com a permissão do Rei Hussein da Jordânia, a OLP passou a usar este território como base, formando um Estado dentro de um Estado e intensificando suas operações contra Israel: bombardeios através da fronteira jordaniana e libanesa; sabotagem dentro de Israel; violência contra alvos israelenses e judeus fora do Oriente Médio. Estas atividades tiveram um papel crucial no estabelecimento da OLP no mundo árabe e para familiarizar a comunidade internacional com a OLP e a questão palestina. A discordância da OLP a aceitar o cessar-fogo levou à guerra civil dentro da Jordânia e à sua expulsão deste país em setembro de 1970. Em conseqüência, a OLP estabeleceu-se no território libanês, construindo não apenas uma estrutura política e militar, mas também assistencial e educacional.
                Em outubro de 1973 ocorreu novo conflito árabe-israelense, referido pelos árabes como Guerra do Ramadam e pelos israelenses como Guerra do Yom Kippur. A Arábia Saudita envolveu-se no conflito, impondo, junto com o Iraque e a Líbia, o boicote à venda de petróleo aos apoiadores de Israel. A União Soviética ajudou o Egito a evitar uma derrota militar decisiva, enquanto os Estados Unidos sentiam que o momento deveria ser usado para estimular o movimento de ocidentalização do Egito.
                A guerra terminou inconclusivamente com o cessar-fogo imposto pelos norte-americanos em 24 de outubro de 1973. Em Golan, Israel havia ganhado mais território; no sul, estava em controle de grande parte do território egípcio, porém os egípcios dominavam a margem oriental do Canal de Suez. Politicamente, a vitória não foi egípcia nem israelense: em Israel, havia um grande número de mortos, feridos e prisioneiros de guerra; houve um declínio interno da força do governo e enfraquecimento da posição de Israel regional e internacionalmente, acompanhado de um aumento da influência árabe no mundo.
                Uma importante conseqüência da Guerra de Outubro foi que provocou o fim do impasse que prevalecia desde 1967, levando os protagonistas a participar do processo de paz promovido pelos Estados Unidos - que fornecera armas para Israel no meio da guerra e ao mesmo tempo salvara o Egito de uma derrota total. Com o adiamento da questão da autonomia palestina, tornaram-se possíveis os acordos de Camp David em 1978, que selaram a paz entre Egito e Israel.
                Em 1978, em seguida a um forte atentado em Israel, o exército israelense invadiu o Líbano até o Rio Litani. Mas o Conselho de Segurança da ONU ordenou a sua retirada.
                Em 1982, Israel invadiu novamente o Líbano visando acabar com a presença da OLP naquele país. À época, a moderação de Arafat, que passava a pregar a convivência com os israelenses, era uma ameaça para os objetivos expansionistas destes, portanto novas atitudes militares teriam de ser tomadas. Desta vez, os israelenses ocuparam boa parte de Beirute, onde a destruição foi incalculável - somente nos primeiros anos da década de 90 a cidade passou a ser reconstruída e a recuperar parte de seu antigo glamour. O total de civis libaneses mortos devido à ocupação israelense foi superior a 20.000 pessoas.
                A ação proposta pelo ministro da defesa Ariel Sharon deveria ser curta, porém de fato teve a duração de vários meses. Seus objetivos eram de: destruir a infra-estrutura militar da OLP no sul do Líbano e eliminar sua capacidade de bombardear o norte de Israel; se prevenir contra a possibilidade da Síria lançar uma nova guerra; ajudar a reconstruir o governo central libanês ajudando o aliado israelense Bashir Gemayel; melhorar sua posição no processo de paz destruindo a base territorial autônoma da OLP no Líbano e formando uma relação normal com um segundo estado árabe.
Temendo ainda a permanência de dois mil militantes palestinos da OLP nas áreas sul e oeste de Beirute, Israel decidiu tomar também esta parte da cidade, provocando imensa destruição e mortandade. Sob a vigilância e permissão do exército israelense, as milícias falangistas massacraram os acampamentos palestinos de Sabra e Chatila, deixando 3297 palestinos mortos, o que deu um novo desenvolvimento à guerra - Israel foi forçado a concordar com a retirada de suas forças do Líbano, onde seriam substituídas por uma força internacional.
                A estratégia israelense fracassou ao deixar o Líbano em convulsão, permitindo a entrada dos sírios, e ao reforçar a identidade e a ligação dos palestinos que, apesar de exilados, logo se reagrupariam novamente e com mais força (expulsa do Líbano, a cúpula da OLP recebeu asilo na Tunísia). Além disso, o aliado israelense Bashir Gemayel foi assassinado logo após ter assumido o governo e nenhum outro líder libanês recebeu a aprovação do governo sionista.
                Em maio de 1983, um acordo entre Israel e o Líbano efetivou a saída das forças israelenses de Beirute, porém o entendimento sobre o retorno à normalidade no sul permaneceu não efetivo porque as tropas sírias tampouco deixaram o Líbano (pelo acordo, todas as forças estrangeiras deveriam deixar o país), além de não haver interesse para Israel na retirada de suas forças do sul do Líbano. Posteriormente, as forças israelenses foram substituídas pela milícia do Major Haddad (Exército do Sul do Líbano), que passou a controlar o sul do país sob instrução e comando israelense. O Líbano sul tornou-se então teatro de combates opondo a milícia pró-israelense e os destacamentos israelenses à resistência islâmica libanesa, capitaneada pelo Hizbollah.  Esta situação perdurou até maio de 2000, quando a guerrilha de resistência conseguiu impor aos israelenses uma retirada unilateral e provocou a desarticulação do ESL.
                Em 1987, o movimento de resistência palestina à ocupação israelense toma novo fôlego na forma da intifada, também conhecida como revolta das pedras, em que a população dos territórios ocupados demonstrou oposição ao domínio israelense, através de greves, manifestações e apedrejamentos dos postos militares e soldados israelenses, provocando a retomada da questão em nível internacional e levando aos processos de paz que culminaram com o acordo de Oslo, realizado entre Arafat e Rabin em 1993.   Segundo este acordo estava prevista uma retirada progressiva das tropas israelenses dos territórios palestinos ocupados em 1967, o que foi sendo protelado pelos sucessivos governos israelenses após a morte de Rabin. A assinatura do acordo de paz entre Israel e a Organização da Libertação da Palestina, estabeleceu um autogoverno da Palestina, em 1994.

 

O Conflito Hoje


            O não cumprimento do acordo por parte dos israelenses levou à retomada da intifada no final de setembro de 2000, agora mais forte do que jamais foi e incluindo também a população árabe de Israel. Os palestinos exigem a retirada incondicional de Israel dos territórios ocupados (incluindo os assentamentos ilegais que ali vêm sendo construídos), conforme a Resolução N. 242 da ONU. Exigem também a desocupação da parte árabe de Jerusalém (Jerusalém oriental), que deverá ser a capital do futuro Estado palestino.
                E hoje, cenas como essas se vêem a todo o momento na TV. Sinal de que o grande conflito Palestina x Israel ainda tem muito tempo de "vida" pela frente.






FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão (ANO 2000 - 2003)


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